Enfrentando a crise: Fiemg apresenta medidas para o comércio exterior

A instituição está articulando seus mecanismo de negócios internacionais para auxiliar as indústrias a passarem pela pandemia da COVID-19

(Foto: freepik.com)

Da redação
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A Federação das Indústrias de Minas Gerias (Fiemg) está empenhada na orientação aos empresários sobre como fazer a economia do estado se manter ativa nestes tempos de pandemia.

A Fiemg vem atuando em várias frentes para manter a economia viva em Minas. A instituição está, por exemplo, articulando seus mecanismo de negócios internacionais para auxiliar as indústrias a passarem pela pandemia da COVID-19.

Neste sentido, de acordo com o site da entidade, o Centro Internacional de Negócios (CIN) da instituição elaborou um documento com propostas de medidas de curto e médio prazo que têm o objetivo de reduzir os impactos da paralisação dos negócios sobre as empresas, garantindo o cumprimento dos prazos das operações aduaneiras em condições normais.

A situação atual gerada pela COVID-19 representa um desafio enorme para o comércio exterior e para as indústrias exportadoras e importadoras”, explica Rebecca Macedo, gerente do CIN. “Os resultados preliminares do setor não deixam dúvidas quanto aos impactos desta pandemia nas exportações e importações. As vendas externas de Minas recuaram 13% no primeiro trimestre de 2020, em comparação com igual período de 2019, sendo que somente em março, no início do período de paralisação da economia a queda foi de 7%”.

Dentre as medidas sugeridas pelo CIN estão a flexibilização das regras para documentos aduaneiros, como o Certificado de Origem, a manutenção do funcionamento de portos, aeroportos e estradas, permitindo o livre fluxo de carga e o despacho de mercadorias.

Também foi sugerido que as operações de transporte marítimo na Ásia sejam mantidas, permitindo agilidade na transferência de contêineres que estão parados em portos asiáticos à espera de movimentação e o congelamento das taxas e encargos aduaneiros cobrados de exportadores e importadores em portos, aeroportos e pontos de fronteira.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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