Alento: BDMG lança crédito para empresas e cidades afetadas pelas chuvas

Para requisitar o crédito, a empresa precisa apresentar ao Banco o decreto de situação de emergência e/ou calamidade pública da cidade

  • por em 10 de fevereiro de 2020 | atualizado: 13/02/2020 - 12:12

(Foto: Rodrigo Clemente)

Da redação
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Após os prejuízos de empresários com as fortes chuvas que atingiram Minas Gerais, o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) melhorou as condições de suas linhas de crédito para ajudar micro e pequenas empresas localizadas em municípios em situação de emergência ou calamidade pública.

O financiamento conta com taxas de juros a partir de 0,83% ao mês, com pagamento em até 48 parcelas fixas e carência de até seis meses. Para requisitar o crédito, a empresa precisa apresentar ao Banco o decreto de situação de emergência e/ou calamidade pública da cidade.

O banco também criou uma linha especial para municípios atingidos, onde as prefeituras têm a possibilidade de obter financiamento para reparos dos danos sofridos em até metade do tempo do trâmite normal. Além da priorização da análise pela equipe do BDMG, a nova linha do Banco oferece algumas vantagens em relação às usuais linhas de financiamento disponibilizadas.

O prazo máximo de pagamento, antes de até 72 meses, foi estendido para até 84 meses. As taxas são acessíveis: 6% ao ano mais SELIC, com carência de até 12 meses. As cidades com IDH menor do que a média do Estado de Minas Gerais terão juros ainda menores: 5%, mais SELIC, com os mesmos prazos.

Para obter o crédito, os municípios devem destinar o financiamento para compras de máquinas rodoviárias e equipamentos para pavimentação; reformas em edificações públicas municipais; sistemas de abastecimento de água, tratamento de esgoto e de resíduos sólidos urbanos; e infraestrutura e drenagem urbanas.

Segundo o presidente do BDMG, Sergio Gusmão, o Banco está atento à realidade social neste período do ano. “Disponibilizamos recursos em condições bastante acessíveis para o pequeno empreendedor e para as prefeituras em situação emergencial. É uma forma de o Banco agilizar a normalização de atividades que geram renda e desenvolvimento para a população”, afirma.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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