Após chuvas, medidas do governo animam setores de comércio e serviços em MG

Sondagem realizada pela CDL/BH nas quatro regionais mais atingidas apontou que 2.516 estabelecidos foram impactados

  • por em 5 de fevereiro de 2020 | atualizado: 13/02/2020 - 12:11

(Foto: divulgação/Secom)

Da redação
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O governo de Minas anunciou nesta semana duas medidas que podem dar um fôlego extra aos setores de comércio e serviços e aos servidores do Estado, após as fortes chuvas que estão atingindo Minas Gerais desde janeiro, deixando 57 mortos, milhares de desabrigados e prejudicando fortemente o comércio.

A primeira delas dará isenção de pagamento das contas de água e esgoto a imóveis residenciais, comerciais e prestadores de serviços essenciais que foram atingidos de alguma forma pelas fortes chuvas de janeiro.

O segundo anúncio feito pelo governo prevê o pagamento do décimo terceiro dos servidores em março e o fim do parcelamento dos salários a partir do mês de abril. O governo de Minas disse que, de abril a setembro, o pagamento do salário acontecerá regularmente no quinto dia útil de cada mês, e não mais em parcelas, como ocorre atualmente.

O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), Marcelo de Souza e Silva, celebrou as medidas. “Para os setores de comércio e serviços, para os mineiros e para todo o Estado, é muito importante que o funcionalismo receba os salários e o décimo terceiro em dia”, disse.

Prejuízo dos empresários

Sondagem realizada pela CDL/BH nas quatro regionais mais atingidas pelos fortes chuvas dos últimos dias apontou que 2.516 estabelecidos foram impactados. A entidade ouviu 250 empresários do total dos atingidos e o resultado foi: 51% contabilizaram perdas financeiras e o prejuízo médio de cada um deles foi de R$ 16.405,30.

O pedido de isenção de pagamento das contas atende ofício enviado ao governador Romeu Zema no dia 29 de janeiro pela CDL/BH juntamente com demais entidades que integram o Conselho Estratégico de Defesa do Empresário (Cede).

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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