Alívio: crédito do BDMG quer auxiliar cidades em situação de emergência

Prefeituras podem acessar financiamento para projetos de reparação de danos com maior rapidez

  • por em 21 de janeiro de 2020 | atualizado: 13/02/2020 - 12:11

(Foto: Divulgação/Agência Brasil)

Da redação
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Em busca de oferecer suporte para municípios em situação de emergência ou calamidade pública, o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) abriu recentemente uma linha de crédito especial para financiar projetos de retomada das atividades econômicas em localidades afetadas por chuvas, temporais, enchentes, eventos geológicos ou biológicos.

A opção facilita o auxílio das áreas afetadas, pois as prefeituras terão a possibilidade de obter financiamento para reparos dos danos sofridos em até metade do tempo do trâmite normal e com juros bem baixos.

“O BDMG está atento à realidade social dos municípios, ainda mais neste período do ano. Já oferecíamos crédito para micro e pequenas empresas de áreas impactadas pelas chuvas. Agora, estendemos esta oportunidade também para as prefeituras, disponibilizando recursos em condições bastante acessíveis para municípios em situação emergencial. É uma forma de o banco agilizar a normalização de atividades que geram renda e desenvolvimento para a população”, afirma o presidente do BDMG, Sergio Gusmão.

O limite do aporte por município é de até R$ 5 milhões, dependendo também da sua capacidade de pagamento. O financiamento abrange compras de máquinas rodoviárias e equipamentos para pavimentação; reformas em edificações públicas municipais; sistemas de abastecimento de água, tratamento de esgoto e de resíduos sólidos urbanos; e infraestrutura e drenagem urbanas.

Para ter acesso à linha de crédito, o município precisa, primeiramente, ter a situação de emergência ou de calamidade reconhecida pelos governos estadual e federal, e publicada no Diário Oficial da União. Em seguida, pode inscrever sua proposta de financiamento no site https://www.bdmg.mg.gov.br/setor-publico/.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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