Programa quer turbinar agropecuária e gerar empregos no Norte de Minas

O foco nessas regiões será o desenvolvimento de cadeias produtivas de bovinocultura leiteira, cachaça e fruticultura irrigada

O objetivo é atender pequenos e médios produtores que ainda encontram dificuldades para expandir o negócio (Foto: freepik.com)

Patrícia Adriely
patricia@interessedeminas.com.br

O governo federal acaba de lançar o programa AgroNordeste, com um plano de ação que tem como objetivo impulsionar o desenvolvimento econômico do meio rural em regiões mais desfavorecidas do país. O foco são os estados do Nordeste do país, mas regiões do Norte de Minas Gerais, com as mesmas características nordestinas, também serão beneficiadas.

Em Minas, o programa abrangerá Januária, Salinas e municípios adjacentes, totalizando 33 cidades. O foco nessas regiões será o desenvolvimento de cadeias produtivas de bovinocultura leiteira, cachaça e fruticultura irrigada.

O programa AgroNordeste se destina a atender pequenos e médios produtores que já comercializam parte da produção, mas ainda encontram dificuldades para expandir o negócio e gerar mais renda e emprego nas regiões onde vivem.

O engenheiro agrônomo e analista de agronegócios da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg), Caio Coimbra, avaliza que a iniciativa será muito benéfica para os produtores e positiva para o estado.

Ele garante: “O programa vai desburocratizar os processos de concessão de crédito, levará assistência técnica a regiões distantes do Brasil, quase sempre desassistidas. Também vai promover o acesso à tecnologia, fomentará o comércio e, como consequência, aumentará o lucro dos negócios, levando prosperidade para essas regiões mais necessitadas”.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento informa que o programa será desenvolvido em parceria com órgãos vinculados à pasta e instituições como Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)/Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar),  o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Banco do Nordeste (BNB) e o Banco do Brasil.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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